No Sopé da Montanha o Arbusto Verga mas não Quebra

Todas as Descrições são Pecaminosas

domingo, maio 27, 2007

Marcas do Tempo

Houve um tempo
As palavras eram inúteis
Os olhos se entendiam
Teu olhar era guia
A cidade resplandecia
Em esboços de mil cores
Céus espelhados
Arcos-íris incrustados
No mar da nossa comoção
Em ti vibrava um coração
A mínima sensação

Há um tempo
Em que os voos planados
Não passam do chão
Olhos acinzentados
Expressam decepção

Haverá um tempo
para o arrependimento ?

Pois sim, estarei aqui
27/5/06

1 Comments:

  • At 9/6/07, Blogger ContorNUS said…

    Gostei das sílabas feitas palavras, que são reveladas... do côncavo dos segredos, com um sentimento perfumado

     

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