No Sopé da Montanha o Arbusto Verga mas não Quebra

Todas as Descrições são Pecaminosas

domingo, janeiro 21, 2007

Os Seres Irritantes


Ilusão, miragem, sonho
Em perpétua teatralização
Sorrindo de quando em vez
Espelho único te vês
Protogonista única
Não sais de cena
O Palco é o teu ser
Monologas um ser
Em construção

A diferença
Está na perfeição,
Enjoa até mais não!
São antíteses os adereços,
destes seres em figuração
irritantes por contradição

Monologam, Monologam
Um discurso de ocasião
De tão único, ofensivo
De tão sem sentido, vazio
Ser ou não Ser, não é a questão
Pois a pretensão, a ambição
É mesmo, ser o único a valer
O resto esse, apenas chão
21/1/07

3 Comments:

  • At 22/1/07, Anonymous Reflexos de memoria said…

    Querida JuvePP, estamos rodeadas deles...de onde terão vindo? Ou será que sem querer invadimos nós o planeta deles??
    Para ti, fica um beijo

     
  • At 23/1/07, Anonymous Anónimo said…

    Olá Juvelina

    É verdade, infelizmente estamos rodeados de alguns seres irritantes, certa escória, que não pára de representar no dia a dia com as suas expressões cínicas.
    São seres menores.

    Gostei do teu trabalho
    Beijinhos

     
  • At 27/1/07, Blogger }}cleopatra{{ said…

    Olá Juvelina!
    Seres irritantes e aberrantes... ui... há tantos por aí!!!
    E que bem que os retratas neste teu poema algo mordaz...!
    Mas nós já aprendemos a defender-mo-nos deles... acho eu!

    Um beijinho soprado

     

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