No Sopé da Montanha o Arbusto Verga mas não Quebra

Todas as Descrições são Pecaminosas

domingo, junho 04, 2006

Partidas




Não me vês, Não me sentes
Contigo levas para sempre
O sabor deste momento,
Um presente, sem futuro

E eu já sinto tanto a tua ausência
Teu rosto a desvanecer, a apagar-se no tempo
O brilho do teu olhar a esmorecer
A Chama do teu viver cada vez mais baixa

É certo,
Num primeiro momento, levas-me contigo
Mas a erosão do tempo, meu rosto apagará


Fomos vidas de outras vidas
outras memórias recordámos
e nesta vida as apagámos
Para as calendas atiradas fomos
Não mais sombras do que somos restará

Novamente desconhecidas
Novamente perdidas
Novamente solitárias

O Caminho da vida palmilhamos
penoso, dorido, magoado
Sem a chama do teu viver
Sem o sorriso do teu olhar

Outros doces, meigos terei
mas iguais aos olhares inconfundíveis
da filha da minha alma, jamais encontrarei !!
7/6O6

2 Comments:

  • At 9/6/06, Anonymous Magia said…

    Olá Juvelina...
    Que bom encontrar-te por aqui...neste mundo dos blogs...uma surpresa, acredita, uma grande surpresa para mim!!!!!
    Agradeço-te a partilha do caminho, não te irei perder...já tracei o mapa do tesouro...sim, porque as tuas palavras são tesouros...Adorei ler-te ;)

    Beijos sorridentes...

     
  • At 9/6/06, Anonymous Magia said…

    Olá Juvelina...
    Que bom encontrar-te por aqui...neste mundo dos blogs...uma surpresa, acredita, uma grande surpresa para mim!!!!!
    Agradeço-te a partilha do caminho, não te irei perder...já tracei o mapa do tesouro...sim, porque as tuas palavras são tesouros...Adorei ler-te ;)

    Beijos sorridentes...

     

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